Série das Profissões: Operador de Sinótico

Saiba mais sobre a modernidade da Operação

Desde a sua chegada aos Terminais até o embarque no Porto de Santos, o açúcar percorre um caminho estratégico. No mais moderno de todos os Terminais da Rumo, em Itirapina, a tecnologia está presente na Operação e é peça chave para que o transporte ocorra de forma adequada.

No local, a coordenação de todos os equipamentos operacionais é realizada pelo Sinótico, um painel de controle que funciona por meio de um sistema de computador, que coordena as esteiras, a vazão e o escoamento das moegas. Além disso, também é responsável pelo acionamento dos motores, autorização da aspiração e ventilação, e principalmente, pela definição da rota do açúcar.

Por trás dos controles

Alexandre de Souza Ramos, que está há quase dois anos na Rumo, começou na empresa como operador de Tombador e, após dez meses, agarrou a oportunidade oferecida e assumiu a operação do Sinótico. Sua função hoje é dividida com outros dois colegas em três turnos de oito horas.

A rotina do operador de sinótico acontece dentro da Sala de Controle. A primeira atividade realizada ao iniciar a jornada de trabalho é a checagem do livro de ocorrências. Nele, ficam documentados todos os acontecimentos do turno anterior. Ao decorrer do dia, o trabalho é muito dinâmico, sendo responsável pelo funcionamento do Sinótico de acordo com as solicitações das áreas da empresa.  

Sobre sua participação nos negócios da Rumo, Alexandre comenta que a empresa dá todo o suporte para seu desenvolvimento profissional, mas que também é cobrado por isso quando está por trás dos controles: “me vejo como uma peça de todo o time. É como no teatro, se não tiver alguém para abrir a cortina, não tem espetáculo”.